AVALIAÇÕES – PARTE III: TCT – TEORIA CLÁSSICA DOS TESTES II

Olá pessoal, essa semana vamos continuar sobre a TCT agora com alguns exemplos de aplicação para analisar itens via seus parâmetros. É fundamental para acompanhar esse post, que o anterior tenha sido lido, por isso, se você não leu ainda, clica no link ali e da uma lida antes de prosseguir. Foi la? Leu? Ótimo, então, passemos a mágica.

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AVALIAÇÕES – PARTE III: TCT – TEORIA CLÁSSICA DOS TESTES I

Olá, pessoal. Como mencionado na semana passada, nesta publicação gostaria de falar de modo um pouco mais detalhado e técnico sobre uma das modelagens estatísticas usadas na elaboração e análise de testes padronizados, a Teoria Clássica dos Testes (TCT). Basicamente, a TCT (também conhecida como análise clássica) visa, através de seus parâmetros descritivos, fornecer ao avaliador informações para determinar a qualidade dos itens/questões da prova, quantificando a capacidade de cada item em diagnosticar proficiência discente na habilidade avaliada.

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AVALIAÇÕES – PARTE II: FERRAMENTAS ESTATÍSTICAS TCT E TRI

Olá, pessoal. No post da última semana comecei a falar um pouco sobre avaliações e testes com a recomendação de 3 vídeos para introduzir um pouco a temática. Esta semana gostaria de começar a me aprofundar um pouco em algumas tecnicalidades. Quando falamos de avaliação, chegamos na parte do processo educacional que muitos educadores consideram mais delicada e problemática.

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AVALIAÇÕES – PARTE I: PISA, EDUCAÇÃO E CRIATIVIDADE

Olá pessoal, o post dessa semana será algo um pouco mais resumido e já explico o porque. Com a prossimidade do ENEM, me foi sugerido/solicitado que falasse sobre modelos de avaliação como o TCT (Teoria Clássica dos Testes) e o TRI (Teoria de Resposta ao Item). E como eu já queria aprender sobre o assunto e vinha estudando um pouco a respeito, decidi que seria um bom tema para explorar por aqui.

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PÓS-GRADUAÇÃO

Olá pessoal, essa semana escolhi falar um pouco sobre a formação docente. Como já foi comentado diversas vezes por aqui, nosso modelo educacional precisa de mudanças que invariavelmente demandam uma formação docente contínua. Este é, em parte, o motivo desse blog existir, contribuir de alguma forma com parte dessa formação compartilhando materiais, ideias e reflexões que encontro sobre o tema.

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INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – PARTE III

Olá, pessoal. Nas duas últimas publicações falei um pouco sobre a Inteligência Emocional. Primeiro falamos sobre o que seria a IE qual a sua importância para o desenvolvimento acadêmico e para a vida adulta em sociedade. Em seguida compartilhei algumas sugestões de como podemos agir para desenvolver elementos da nossa própria IE afim de promover um ambiente educacional mais saudável e propício para o desenvolvimento da IE discente. De fato, como mostra essa investigação feita em 2017 com 599 professores do Ensino Básico e Secundário, docentes que apresentam mais capacidade para lidar com emoções, demonstram maior gestão da disciplina em sala de aula.

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INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – PARTE II

Olá, pessoal. No post passado comecei a falar sobre a inteligência emocional e sua importância, não somente para um ambiente de aprendizado saudável, mas como habilidade fundamental para uma vida adulta eficiente e produtiva. Não à toa temos habilidades e competências socioemocionais incluídas na BNCC da educação básica.

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INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

Olá, pessoal. Esta semana escolhi falar um pouco sobre algo que foi muito mencionado nas últimas publicações/reflexões sobre a educação para o século XXI que é a Inteligência Emocional. Tida como uma das habilidades fundamentais para um bom andamento da vida profissional, acadêmica, pessoal e social, achei que seria uma boa oportunidade para falar um pouco sobre essa habilidade, do que se trata, como podemos trabalhar para desenvolvê-la e como podemos ajudar nossos alunos a desenvolvê-la.

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