FEEDBACK

Olá Pessoal. Esta semana havia prometido uma publicação sobre a TRI. Mas, como todo professor em final de ano, estive bem atarefado essa semana e não consegui deixar o texto como eu queria. Para não deixar aqui sem nenhum conteúdo essa semana, gostaria de indicar um vídeo muito interessante que vi essa semana do Bill Gates. Para quem não conhece, Bill Gates foi o criador da Microsoft e, dentre outras ferramentas, o Sistema Operacionoal Windows que muitos amam e outros odeiam.

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AVALIAÇÕES – PARTE III: TCT – TEORIA CLÁSSICA DOS TESTES II

Olá pessoal, essa semana vamos continuar sobre a TCT agora com alguns exemplos de aplicação para analisar itens via seus parâmetros. É fundamental para acompanhar esse post, que o anterior tenha sido lido, por isso, se você não leu ainda, clica no link ali e da uma lida antes de prosseguir. Foi la? Leu? Ótimo, então, passemos a mágica.

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AVALIAÇÕES – PARTE III: TCT – TEORIA CLÁSSICA DOS TESTES I

Olá, pessoal. Como mencionado na semana passada, nesta publicação gostaria de falar de modo um pouco mais detalhado e técnico sobre uma das modelagens estatísticas usadas na elaboração e análise de testes padronizados, a Teoria Clássica dos Testes (TCT). Basicamente, a TCT (também conhecida como análise clássica) visa, através de seus parâmetros descritivos, fornecer ao avaliador informações para determinar a qualidade dos itens/questões da prova, quantificando a capacidade de cada item em diagnosticar proficiência discente na habilidade avaliada.

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AVALIAÇÕES – PARTE II: FERRAMENTAS ESTATÍSTICAS TCT E TRI

Olá, pessoal. No post da última semana comecei a falar um pouco sobre avaliações e testes com a recomendação de 3 vídeos para introduzir um pouco a temática. Esta semana gostaria de começar a me aprofundar um pouco em algumas tecnicalidades. Quando falamos de avaliação, chegamos na parte do processo educacional que muitos educadores consideram mais delicada e problemática.

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AVALIAÇÕES – PARTE I: PISA, EDUCAÇÃO E CRIATIVIDADE

Olá pessoal, o post dessa semana será algo um pouco mais resumido e já explico o porque. Com a prossimidade do ENEM, me foi sugerido/solicitado que falasse sobre modelos de avaliação como o TCT (Teoria Clássica dos Testes) e o TRI (Teoria de Resposta ao Item). E como eu já queria aprender sobre o assunto e vinha estudando um pouco a respeito, decidi que seria um bom tema para explorar por aqui.

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PÓS-GRADUAÇÃO

Olá pessoal, essa semana escolhi falar um pouco sobre a formação docente. Como já foi comentado diversas vezes por aqui, nosso modelo educacional precisa de mudanças que invariavelmente demandam uma formação docente contínua. Este é, em parte, o motivo desse blog existir, contribuir de alguma forma com parte dessa formação compartilhando materiais, ideias e reflexões que encontro sobre o tema.

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INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – PARTE III

Olá, pessoal. Nas duas últimas publicações falei um pouco sobre a Inteligência Emocional. Primeiro falamos sobre o que seria a IE qual a sua importância para o desenvolvimento acadêmico e para a vida adulta em sociedade. Em seguida compartilhei algumas sugestões de como podemos agir para desenvolver elementos da nossa própria IE afim de promover um ambiente educacional mais saudável e propício para o desenvolvimento da IE discente. De fato, como mostra essa investigação feita em 2017 com 599 professores do Ensino Básico e Secundário, docentes que apresentam mais capacidade para lidar com emoções, demonstram maior gestão da disciplina em sala de aula.

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INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – PARTE II

Olá, pessoal. No post passado comecei a falar sobre a inteligência emocional e sua importância, não somente para um ambiente de aprendizado saudável, mas como habilidade fundamental para uma vida adulta eficiente e produtiva. Não à toa temos habilidades e competências socioemocionais incluídas na BNCC da educação básica.

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