APRENDIZAGEM, ENSINO E MITOS

A um bom tempo eu quero fazer uma postagem sobre técnicas de aprendizagem, principalmente focando no que não funciona. Hoje vamos falar um pouco sobre isso e sobre a quantidade enorme de mitos que são passados para frente, muitas vezes inclusive por professores de pedagogia.

E antes de mais nada, é muito importante estabelecermos que existe sim métodos mais e menos eficazes de ensino.

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ENCANTAMENTO E ENTRETENIMENTO À SERVIÇO DA EDUCAÇÃO – PARTE I

Muitos educadores falam sobre o desafio de se conquistar atenção de alunos cada vez mais conectados e dispersos. Porém, a indústria do entretenimento faz isso maravilhosamente bem. Afinal, o mesmo adolescente que vive conectado o tempo todo, é capaz de desligar o telefone por até 3 horas para assistir um filme no cinema.

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SAÚDE MENTAL NA ESCOLA – JOGOS, MINDSET E PERSERVANÇA

Olá, pessoal. Recentemente eu comprei um livro muito interessante chamado “Saúde Mental na Escola: O que os Educadores devem saber” de autoria do Gustavo Estanislau, médico psiquiatra especialista em psiquiatria ida infância e da adolescência e coordenador do projeto “Cuca Legal” Continuar lendo “SAÚDE MENTAL NA ESCOLA – JOGOS, MINDSET E PERSERVANÇA”

VIDEOAULAS #3: QUAIS FERRAMENTAS USAR?

Olá, pessoal. Nas últimas duas semanas eu tenho falado sobre a importância da videoaula e seu valor como recurso pedagógico. No último post, eu acabei dando algumas sugestões sobre cuidados que devem ser observados na preparação de uma videoaula. Hoje, para concluir, trago ferramentas que se mostraram poderosas aliadas quando me aventurei na produção de conteúdo pedagógico audiovisual e que podem fazer a nossa vida muito mais fácil quando formos produzir e compartilhar esse tipo de conteúdo.

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VIDEOAULAS #1: A IMPORTÂNCIA DA VIDEOAULA

Olá, pessoal. Sei que ainda estamos no recesso escolar e meio das férias de janeiro (inclusive as minhas), mas muitos colegas, como eu, gostam de separar alguns momentos desse período menos atordoado de tarefas para colocar a leitura em dia, aprender alguma coisa nova e se preparar para o ano letivo que começo logo ali em fevereiro/março. Pensando nisso preparei algumas publicações para esse mês que são mais voltadas para capacitação e ferramentação docente e a primeira delas é para falar sobre videoaulas.

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AVALIAÇÕES PARTE IV: TRI – TEORIA DE RESPOSTA AO ITEM I

Olá, pessoal. Em publicações anteriores eu falei um pouco sobre a Teoria Clássica dos Testes (TCT) com o intuito de dar uma visão geral sobre o funcionamento dessa poderosa ferramenta estatística e como ela pode ser usada para interpretar testes e avaliações de modo eficiente. Dando continuidade ao tema, como prometido, hoje pretendo falar um pouco sobre a TRI – Teria de Resposta ao Item.

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AVALIAÇÕES – PARTE III: TCT – TEORIA CLÁSSICA DOS TESTES II

Olá pessoal, essa semana vamos continuar sobre a TCT agora com alguns exemplos de aplicação para analisar itens via seus parâmetros. É fundamental para acompanhar esse post, que o anterior tenha sido lido, por isso, se você não leu ainda, clica no link ali e da uma lida antes de prosseguir. Foi la? Leu? Ótimo, então, passemos a mágica.

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AVALIAÇÕES – PARTE III: TCT – TEORIA CLÁSSICA DOS TESTES I

Olá, pessoal. Como mencionado na semana passada, nesta publicação gostaria de falar de modo um pouco mais detalhado e técnico sobre uma das modelagens estatísticas usadas na elaboração e análise de testes padronizados, a Teoria Clássica dos Testes (TCT). Basicamente, a TCT (também conhecida como análise clássica) visa, através de seus parâmetros descritivos, fornecer ao avaliador informações para determinar a qualidade dos itens/questões da prova, quantificando a capacidade de cada item em diagnosticar proficiência discente na habilidade avaliada.

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