{"id":707,"date":"2018-10-02T14:00:24","date_gmt":"2018-10-02T17:00:24","guid":{"rendered":"http:\/\/educacaocientifica.com\/?p=707"},"modified":"2019-09-21T14:59:35","modified_gmt":"2019-09-21T17:59:35","slug":"inteligencia-emocional-parte-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/educacaocientifica.com\/educacao\/inteligencia-emocional-parte-ii\/","title":{"rendered":"INTELIG\u00caNCIA EMOCIONAL \u2013 PARTE II"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Ol\u00e1, pessoal. No <a href=\"http:\/\/educacaocientifica.com\/educacao\/inteligencia-emocional\/\"><span style=\"color: #003366;\"><strong>post passado<\/strong><\/span><\/a> comecei a falar sobre a intelig\u00eancia emocional e sua import\u00e2ncia, n\u00e3o somente para um ambiente de aprendizado saud\u00e1vel, mas como habilidade fundamental para uma vida adulta eficiente e produtiva. N\u00e3o \u00e0 toa temos habilidades e compet\u00eancias socioemocionais inclu\u00eddas na BNCC da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-709\" src=\"https:\/\/educacaocientificablog.files.wordpress.com\/2018\/10\/captura-de-tela-2018-05-06-as-21-46-44-1.png\" alt=\"captura-de-tela-2018-05-06-as-21.46.44-1.png\" width=\"1083\" height=\"683\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, \u00e9 cada vez maior o n\u00famero de escolas e educadores que contemplam em sua pr\u00e1tica pedag\u00f3gica, atividades que visam auxiliar os alunos a desenvolver sua intelig\u00eancia emocional. E uma etapa importante deste processo consiste em desenvolver melhor a nossa pr\u00f3pria IE, incorporando-a ao nosso ambiente e pr\u00e1tica docente. Assim, para essa segunda parte da publica\u00e7\u00e3o decidi compartilhar 4 sugest\u00f5es de a\u00e7\u00f5es (que compilei a partir do <a href=\"https:\/\/www.saraiva.com.br\/inteligencia-emocional-367765.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"color: #003366;\"><strong>livro do Daniel Goleman<\/strong> <\/span><\/a>e de alguns outros artigos e<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?reload=9&amp;v=15icbuqSkMY\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"color: #003366;\"><strong> fontes<\/strong><\/span><\/a>), que tem me ajudado bastante n\u00e3o s\u00f3 a lidar melhor com minhas emo\u00e7\u00f5es (desenvolvendo minha IE), como tamb\u00e9m a promover um ambiente pedag\u00f3gico mais prop\u00edcio para desenvolver a IE discente.\u00a0Na pr\u00f3xima semana, para fechar (momentaneamente) o assunto, pretendo trazer algumas ideias e propostas de atividades para a sala, que ajudem o aluno a desenvolver habilidades e compet\u00eancias referentes \u00e0 intelig\u00eancia emocional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Vale ressaltar que, no que tange ao livro, o que pego dele \u00e9 um recorte bem pequeno das muitas ideias e propostas que ele traz para nos auxiliar a desenvolver melhor nossa IE, portanto, conv\u00e9m recomendar novamente a leitura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Bom, sem mais enrola\u00e7\u00e3o, aqui est\u00e3o as 4 sugest\u00f5es de a\u00e7\u00f5es que tem me ajudado a lidar melhor com emo\u00e7\u00f5es em situa\u00e7\u00f5es adversas e a promover um ambiente pedag\u00f3gico emocionalmente saud\u00e1vel.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" size-full wp-image-710 alignleft\" src=\"https:\/\/educacaocientificablog.files.wordpress.com\/2018\/10\/images.png\" alt=\"images\" width=\"194\" height=\"259\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1 \u2013 Manter a Calma:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos principais pontos que o livro e outros autores levantam sobre intelig\u00eancia emocional \u00e9 a quest\u00e3o da gest\u00e3o de emo\u00e7\u00f5es em momentos de estresse e irrita\u00e7\u00e3o elevada. Eventualmente estaremos sujeitos a esses momentos, seja no caminho para o trabalho (algu\u00e9m te fecha no tr\u00e2nsito, ou o caminho est\u00e1 engarrafado e voc\u00ea acaba se), seja com imprevistos do dia a dia. Da\u00ed a import\u00e2ncia de saber retomar a calma e gerir melhor as emo\u00e7\u00f5es antes de fazer qualquer tarefa, principalmente se essa tarefa envolver lidar com a p\u00fablico e se comunicar como educadores fazem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como o psicoterapeuta e educador<a href=\"http:\/\/leofraiman.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"color: #003366;\"><strong> Leo Fraiman<\/strong><\/span><\/a> comenta em seu livro <a href=\"http:\/\/opeeloja.azurewebsites.net\/produto\/como-ensinar-bem-2a-edicao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"color: #003366;\"><strong>\u201cComo Ensinar Bem\u201d<\/strong><\/span><\/a> (j\u00e1 citado e recomendado<a href=\"http:\/\/educacaocientifica.com\/educacao\/educacao-no-seculo-xxi-parte-ii-a-humanizacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><span style=\"color: #003366;\"><strong> aqui<\/strong><\/span><\/a>), se levarmos estresse e raiva para dentro da sala de aula, nossa pr\u00e1tica docente fica extremamente prejudicada. Afinal, como podemos promover um ambiente leve, descontra\u00eddo e prop\u00edcio ao aprendizado se estamos complemente irritados? Al\u00e9m disso, basta um ato falho e impensado em um momento de estresse para expor e\/ou traumatizar um aluno que tenha mais dificuldade.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-711\" src=\"https:\/\/educacaocientificablog.files.wordpress.com\/2018\/10\/road-rage.jpg?w=273\" alt=\"road-rage.jpg\" width=\"273\" height=\"205\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para nos ajudar nessa quest\u00e3o, Goleman come\u00e7a desfazendo aquilo que podemos chamar de \u201cFal\u00e1cia do desabafo\u201d. Imagine que voc\u00ea est\u00e1 dirigindo e um motorista surge do nada e lhe d\u00e1 uma fechada. Passado o susto, o que costumamos fazer \u00e9 verbalizar nossa insatisfa\u00e7\u00e3o com gritos e xingamentos (que podem ou n\u00e3o ser ouvidos pelo cara que nos fechou). Embora isso n\u00e3o resolva nada, \u00e9 comum dizer \u201cah, pelo menos eu desabafei, coloquei a raiva para fora\u201d. Por\u00e9m, o que algumas pesquisas revelaram foi que, enquanto desabafar e falar sobre os problemas pode fazer bem para pessoas tristes e com depress\u00e3o, para pessoas com raiva o efeito tende a ser o contr\u00e1rio. Verbalizar a frustra\u00e7\u00e3o tende a retroalimentar a irrita\u00e7\u00e3o e aumentar a agressividade e o estresse.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nestes casos Goleman recomenda algumas a\u00e7\u00f5es. A primeira \u00e9 respirar fundo e longamente, buscando desacelerar o cora\u00e7\u00e3o, reduzindo a press\u00e3o sangu\u00ednea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sempre que poss\u00edvel, buscar situa\u00e7\u00f5es com gasto de energia como ir para uma breve caminhada, pedalar, nadar ou qualquer outra atividade pode ajudar e muito nesses momentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, tentar colocar os pensamentos ruins e agressivos que surgem nesses momentos, em um formato diferente. No exemplo da fechada no transito, ao inv\u00e9s de pensar \u201cQue pessoa babaca e ego\u00edsta, quase me fez bater esse maluco, tomara que morra\u201d podemos tentar reformular e nos concentrar em algo como \u201cNossa, que susto que essa pessoa causou com sua imprud\u00eancia. Deve estar com alguma emerg\u00eancia. Pelo menos eu consegui desviar e fora o susto, nada pior aconteceu\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pode parecer simplista e bobo, mas esse tipo de postura mental realmente faz a diferen\u00e7a. J\u00e1 testei v\u00e1rias vezes no tr\u00e2nsito e em outras situa\u00e7\u00f5es esse tipo de reformula\u00e7\u00e3o de pensamento e mudan\u00e7a de foco enquanto respirava fundo, e o estresse da situa\u00e7\u00e3o desaparecia quase que instantaneamente. E isso n\u00e3o tem nada a ver com ser sempre passivo em situa\u00e7\u00f5es de conflito. Tem a ver com lidar com as irrita\u00e7\u00f5es de modo que elas afetem a n\u00f3s e nosso rendimento o m\u00ednimo e pelo menor tempo poss\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2 \u2013 Lidar com a Frustra\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"  wp-image-713 alignleft\" src=\"https:\/\/educacaocientificablog.files.wordpress.com\/2018\/10\/rustrado.jpg\" alt=\"rustrado.jpg\" width=\"256\" height=\"189\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma das certezas da vida adulta \u00e9 que teremos momentos na vida onde nossas expectativas n\u00e3o ser\u00e3o correspondidas e ficaremos frustrados. E, diferente das situa\u00e7\u00f5es de estresse e irrita\u00e7\u00e3o, o sentimento de frustra\u00e7\u00e3o tende a ser menos intenso, mas incrivelmente mais duradouro minando nossa capacidade de concentra\u00e7\u00e3o e elevando a ansiedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nestes casos, o que se recomenda \u00e9 tentar se distrair. Seja vendo um filme, lendo um livro ou indo a um evento esportivo, o importante \u00e9 se envolver com alguma atividade instigante\/cativante que tire seu foco da frustra\u00e7\u00e3o em quest\u00e3o. Principalmente quando n\u00e3o h\u00e1 nada a fazer para remediar (como \u00e9 o caso da maioria das situa\u00e7\u00f5es frustrantes). E nessa tentativa de se distrair da frustra\u00e7\u00e3o o que muitos autores e pesquisadores sugerem como atividades mais eficiente s\u00e3o:<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"  wp-image-714 alignright\" src=\"https:\/\/educacaocientificablog.files.wordpress.com\/2018\/10\/trabalho.jpg\" alt=\"trabalho.jpg\" width=\"217\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se exercitar: Absorve boa parte da nossa concentra\u00e7\u00e3o al\u00e9m de promover a libera\u00e7\u00e3o de dopamina pelo c\u00e9rebro, subst\u00e2ncia associada ao prazer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Completar pequenas tarefas dom\u00e9sticas pendentes: Ligar para agendar consultas e exames m\u00e9dicos, trocar a cortina que j\u00e1 foi comprada e s\u00f3 falta colocar, furar a parede para colocar aquela prateleira que est\u00e1 na \u00e1rea de servi\u00e7o h\u00e1 meses. Esse tipo de tarefa nos devolve a sensa\u00e7\u00e3o de controle na solu\u00e7\u00e3o de problemas gerando prazer pela tarefa finalmente cumprida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ajudar os outros: Fazer o bem e ajudar pessoas com alguma dificuldade ou em momento de necessidade, ajuda a tirar o foco do que est\u00e1 nos frustrando ao mesmo tempo que provoca uma situa\u00e7\u00e3o onde podemos nos sentir \u00fateis e bem com o que estamos fazendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3 \u2013 Criticar produtivamente:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seja em relacionamentos pessoais, sociais ou profissionais, eventualmente temos oportunidade de fazer cr\u00edticas a outros. E na posi\u00e7\u00e3o de educadores, esse tipo de situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais frequente. O problema \u00e9 que, dependendo de como formulamos nossa cr\u00edtica podemos ser incrivelmente agressivos e nada eficiente em promover melhoria na a\u00e7\u00e3o do criticado. Por exemplo, ao inv\u00e9s de falar \u201cSuas notas est\u00e3o baixas porque voc\u00ea est\u00e1 vagabundeando nas aulas e n\u00e3o estuda. Se n\u00e3o der um jeito, vai acabar repetindo. \u201d Podemos falar \u201cAcredito que com sua postura atual n\u00e3o estamos atingindo o resultado desejado. Eu gostaria que voc\u00ea pensasse mais sobre sua rotina de estudos, principalmente na quantidade de tempo dedicado e tipo de estudo feito, e verificasse se h\u00e1 alguma forma de tornar isso mais eficiente como, por exemplo, aumentando a frequ\u00eancia, fazendo mais exerc\u00edcios ou com acompanhamento de um tutor. Com rela\u00e7\u00e3o as aulas, gostaria que pensasse o que pode tornar as atividades mais interessante para voc\u00ea\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"  wp-image-715 alignleft\" src=\"https:\/\/educacaocientificablog.files.wordpress.com\/2018\/10\/feedback.jpg\" alt=\"feedback.jpg\" width=\"231\" height=\"167\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com esse tipo de feedback a pessoa que o recebe compreende que h\u00e1 algo que precisa ser melhorado sem ficar necessariamente desmotivado ou sentindo-se mal. Pelo contr\u00e1rio, no formato proposto, fica claro o que a pessoa pode\/deve fazer para tentar melhorar seu desempenho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse tipo de situa\u00e7\u00e3o h\u00e1 4 coisas que s\u00e3o necess\u00e1rias para uma cr\u00edtica positiva e produtiva: 1 \u2013 Seja espec\u00edfico, falar apenas \u201cassim n\u00e3o vai dar, se n\u00e3o mudar vai reprovar\u201d \u00e9 algo muito vago. Mudar o que? Como? 2 \u2013 Ofere\u00e7a uma solu\u00e7\u00e3o. Nada de \u201cse vire\u201d. Uma cr\u00edtica sem proposta de nova a\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas um ataque e tem pouco efeito produtivo no processo. 3 \u2013 Fa\u00e7a cara a cara. Qualquer tipo de cr\u00edtica e diretriz para corre\u00e7\u00e3o requer uma conex\u00e3o para que seja ouvida, aceita e assimilada. E para isso \u00e9 necess\u00e1rio um contato direto e pessoal. E por fim, 4 \u2013 Demonstre empatia. Nenhuma pessoa erra porque quer. Ningu\u00e9m gosta de errar e a pessoa que est\u00e1 recebendo a cr\u00edtica provavelmente est\u00e1 frustrada com um feedback que n\u00e3o seja completamente positivo. Tentar entender esse sentimento e se colocar no lugar dela, ajuda a medir as palavras e entender como melhor colocar o que se quer. Tente pensar, se fosse voc\u00ea, como voc\u00ea gostaria de receber aquela cr\u00edtica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4 \u2013 Promover o Cont\u00e1gio Emocional:<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"  wp-image-716 alignright\" src=\"https:\/\/educacaocientificablog.files.wordpress.com\/2018\/10\/happy-environment.jpg\" alt=\"happy-environment.jpg\" width=\"297\" height=\"152\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estabele\u00e7a o tom emocional do ambiente onde se encontra. Emo\u00e7\u00f5es s\u00e3o contagiosas e boas emo\u00e7\u00f5es ajudam a criar um ambiente positivo e elevar o humor de quem nos cerca. No caso de educadores fica claro porque isso \u00e9 essencial. Por isso, receba os alunos sorrindo, com uma postura leve, amig\u00e1vel e positiva. Isso ajuda a criar um ambiente agrad\u00e1vel e os motiva para aprendizagem. Em alguns col\u00e9gios, os professores ficam em suas salas enquanto os alunos migram pela escola. Nesse tipo de realidade o professor pode usar alguns elementos simples que podem ser de grande ajuda como aromatizadores para deixar a sala com um perfume agrad\u00e1vel e m\u00fasicas animadas (e apropriadas) para dar alegria ao ambiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui fica ainda mais evidente a import\u00e2ncia de se trabalhar bem as propostas 1 e 2. Afinal, como podemos promover um ambiente leve e positivo se chegarmos ao trabalho irritados, frustrados e estressados? E assim, a partir de uma gest\u00e3o mais eficiente de nossas emo\u00e7\u00f5es, e um ambiente agrad\u00e1vel e prop\u00edcio para uma atividade pedag\u00f3gica saud\u00e1vel e eficiente, podemos realizar algumas atividades que tem se mostrado bem eficiente em ajudar os alunos a desenvolver melhor sua intelig\u00eancia emocional. E esse \u00e9 o tema da pr\u00f3xima publica\u00e7\u00e3o. Como sempre espero ter contribu\u00eddo e at\u00e9 semana que vem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ol\u00e1, pessoal. No post passado comecei a falar sobre a intelig\u00eancia emocional e sua import\u00e2ncia, n\u00e3o somente para um ambiente de aprendizado saud\u00e1vel, mas como habilidade fundamental para uma vida adulta eficiente e produtiva. 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